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Os playbooks são estratégia aplicada: como montar o funil, as tags, as propriedades, o prompt, as tools e as automações de um projeto para um objetivo de negócio, usando só o que a Zatten oferece hoje. Eles não repetem o manual. Quando precisam de um detalhe de tela ou de campo, linkam a página do recurso. Use um playbook de nicho como ponto de partida e adapte. O cliente final real sempre tem uma regra, um horário ou um sistema que o playbook não conhece.

O que tem aqui

Arquitetura de um bom projeto

Como funil, tags, propriedades, automações e tools conversam. Padrões e antipadrões. Leia antes de qualquer nicho.

Playbooks por nicho

Clínicas, imobiliárias, advocacia, academias, cursos e SAC: o projeto inteiro, do funil às métricas.

Playbooks por tema

Agendamento, qualificação, transbordo, follow-up, anúncios, campanhas. Valem para qualquer nicho.

Entregar ao cliente

Onboarding do cliente final, acessos e relatório mensal.
Para um nicho sem playbook, parta do mais parecido: serviço com hora marcada (estética, pet, oficina) segue Clínicas; venda consultiva de alto valor segue Imobiliárias; venda direta segue Cursos.

Do diagnóstico à entrega

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Entender o cliente final

Antes de abrir o painel, responda (e registre no CLIENTE.md):
  • O que o cliente vende e qual é a conversão: consulta marcada, visita, matrícula, venda, chamado resolvido.
  • Como é o fluxo hoje, do primeiro “oi” até virar cliente.
  • Quem atende quando a IA passa a conversa: nomes, equipes, horário.
  • Se há agenda ou outro sistema com API (agenda, ERP, catálogo, checkout).
  • Qual conexão o projeto vai usar: oficial, coexistência ou QR Code. Ela decide se há reengajamento, campanhas e conversões. Veja Qual conexão escolher.
  • Se o cliente vai rodar anúncios Click-to-WhatsApp.
  • As regras que não podem ser quebradas (“nunca falar preço”, “não atendemos convênio X”).
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Escolher o ponto de partida

Projeto novo: crie pelo modelo de nicho mais próximo, em branco, ou duplicando um projeto parecido que já roda. Veja Criar a conta e o primeiro projeto. Todo projeto novo nasce no LangChain Agent.Projeto que já existe: comece pelo diagnóstico. Se ele estiver no motor antigo, a primeira recomendação é migrar.
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Conferir o que o modelo de nicho trouxe

O modelo é um rascunho, não um projeto pronto. Veja a seção O que o modelo de nicho traz abaixo.
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Adaptar com o playbook

Na ordem: funil → tags e propriedades → departamentos → tools → prompt → automações → configurações do agente. A ordem importa: as tools apontam para colunas, tags e propriedades, e o prompt cita as tools.
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Testar

No chat de teste: o caminho feliz, um lead que foge do assunto, um pedido de humano, uma pergunta fora do escopo, uma tentativa de quebrar regra. Depois, num WhatsApp de verdade: o chat de teste não passa pelo buffer nem pela pausa humana.
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Publicar e ligar as automações

Uma pessoa publica a versão do agente no painel. Depois, ligue as automações uma a uma, conferindo o template e os filtros de cada uma. Veja Versões e publicação.
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Acompanhar a primeira semana

Leia conversas reais todo dia nos primeiros dias. Ajuste o buffer, o prompt e as descrições das tools pelo que aparecer. Acompanhe as métricas do playbook. Veja Entregar e operar para o cliente final.

O que o modelo de nicho traz

Os seis modelos de nicho do painel criam o projeto com funil, tags, um prompt de partida, um follow-up, conversões para o Meta Ads (menos SAC) e o departamento “Atendimento” como padrão. Alguns trazem propriedades. Confira sempre:
Depois de criar, abra Tools e confira se cada @ do prompt aponta para uma tool que existe. Uma citação para uma tool que não existe faz o modelo “achar” que tem uma ação que não tem.

Como adaptar um playbook

Mantenha a estrutura (o que é coluna, o que é tag, o que é propriedade, quem move o lead) e troque o conteúdo pelo do cliente. Os valores sugeridos nos playbooks (buffer, pausa, atrasos de follow-up) são pontos de partida. Confirme com conversas reais.

Pelo MCP

Um playbook vira um ou mais planos de escrita. Siga as regras: um cliente por vez, plano e “sim” antes de escrever, automação nova desligada.

Armadilhas

  • Usar o modelo de nicho sem adaptar. O prompt é genérico, as propriedades são texto livre e as tools podem não existir. O agente parece funcionar no teste e erra com lead real.
  • Ligar todas as automações de uma vez. Um filtro errado manda template para leads que não deviam receber. Ligue uma por vez e confira em conversas reais.
  • Planejar recurso que a conexão não tem. Reengajamento, campanhas e conversões não existem na conexão por QR Code.
  • Prometer ao cliente final o que depende de outro sistema. “A IA agenda sozinha” só vale com uma agenda que tenha API ou integração.
  • Esquecer o lado humano. Transbordo sem departamento com membros recebendo leads não avisa ninguém. Veja Departamentos.

Para saber mais